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Nutrição
 

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Dra. Elaine de Azevedo

Alem de um ato biológico, de prazer, ambiental e cultural consumir orgânicos pode ser considerado  um ato político. É uma forma de apoio à Agricultura Familiar que atualmente produz mais de 90% dos orgânicos no Brasil.

A dimensão política do consumo é uma discussão que se amplia na atualidade.O consumo vem deixando de ser visto apenas como forma de reprodução e mediação das estruturas sociais reinantes, e de busca por identidade e status, para tornar-se também, cada vez mais, um instrumento e uma estratégia de ação política, incorporando valores como solidariedade e responsabilidade socioambiental.

O consumo sustentável passou a figurar na vanguarda das discussões socioeconômicas e políticas, constituindo-se tema de preocupação e debate generalizados, envolvendo desenvolvimento e crescimento econômico versus a degradação ambiental e suas conseqüências para a humanidade. É um termo amplo ligado a estratégias de políticas públicas na esfera do consumo, mas o enfoque continua sendo no papel dos consumidores, priorizando suas ações individuais ou coletivas enquanto práticas políticas.

O consumo sustentável de alimentos faz parte essa discussão, na qual emergem novas ideologias, movimentos e estratégias sociais voltadas para um consumo responsável, consciente, ético ou sustentável, como o movimento da Agricultura Familiar Orgânica.

Atualmente diferentes programas e políticas de agricultura, de alimentação e nutrição no país como a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, a Política Nacional de Alimentação e Nutrição, o Programa Nacional de Alimentação Escolar, a Política Nacional de Promoção da Saúde, o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar, entre outros sinalizam a importância do alimento saudável e adequado. O componente ‘adequada’ do termo assumido pela atual a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional abrange os aspectos do desenvolvimento social e econômico de um modelo de produção de alimentos que expresse a soberania alimentar e que, ao mesmo tempo, estimule a revalorização de métodos tradicionais de manejo e gestão ambiental, baseados nos conhecimentos acumulados de populações locais em sua íntima convivência com o meio natural e a otimização dos recursos disponíveis nos distintos lugares para atender a necessidade de reprodução biológica e social do seres humanos.

Entre as diretrizes dessa Política, aparece a conservação da biodiversidade e a utilização sustentável dos recursos no processo de produção de alimentos, a promoção da Agricultura Familiar e das práticas de Agroecologia e Agricultutura Sustentável.

 
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